Páginas

30 de mai de 2010

não consigo explicar com as minhas palavras o que sinto, não agora.

A lua inteira agora é um manto negro, o fim das vozes no meu rádio, são quatro ciclos no escuro deserto do céu, quero um machado pra quebrar o gelo, quero acordar do sonho agora mesmo, quero uma chance de tentar viver sem dor, sempre estar lá e ver ele voltar, não era mais o mesmo mas estava em seu lugar, sempre estar e ver ele voltar. O tolo teme a noite como a noite vai temer o fogo, vou chorar sem medo, vou lembrar do tempo de onde eu via o mundo azul. A trajetória escapa o risco nu, as nuvens queimam o céu matiz azul, desculpe estranho, eu voltei mais puro do céu 0,na lua o lado escuro é sempre igual...no espaço a solidão é tão normal...desculpe estranho, eu voltei mais puro do céu.

Astronauta de Mármore - nenhum de nós.

Um comentário: