4 de mai de 2011
Mais uma vez...
Eu continuo fugindo... Fugindo dos medos que me perseguem pela noite, dos pesadelos que corrompem a alma e sufocam o coração, das mentiras que estão ao meu redor; O tempo goteja lentamente, tornando os dias angustiastes cada vez mais e mais longos. O silêncio preenche o vazio e a cada dia os motivos para sorrir tornam escassos; Borbulham pela minha face em formas de dolorosas lágrimas todas as marcas que foram escondidas ao passar tempo. Tudo o que eu ainda carrego comigo, são as lembranças de uma vida que eu sonhava que vivia.
17 de abr de 2011
Simples assim
"Eu não quero perder você tão cedo, ainda preciso te abraçar, te tocar, te beijar, dizer tudo que eu sinto por você"
31 de mar de 2011
E assim tudo fica bem
Sabe como é conhecer alguém na internet, e saber que você pode confiar todos os teus medos, segredos, sonhos, ideais, realizações e desejos a essa pessoa? Você se sente bem, sua auto-estima se eleva, porque essa pessoa te faz bem. Não sei como é possível, mas eu descobri o jeito de amar um amigo pela internet.
29 de mar de 2011
Falsidade mórbida
O coração pulsa mais forte e você não é mais capaz de escrever, falar ou até mesmo chorar. A pulsação vai à mil por segundo e isso o lembra o quão frágil você é. A ostentabilidade que te fazia parecer insensível vai embora e nada importa mais. O mundo ao seu redor começa a sentir falta de algo ainda inexistente. O mundo ao nosso redor começa a sentir falta do "nós". O coração preenche o vazio.
O sorriso vai de orelha à orelha, o estômago clama por uma pausa. As suas pernas procuram pelo chão e você passa a precisar de uma base. Você começa a dizer "não" querendo dizer "sim", você ostenta não querer para parecer mais forte. Você diz que não vai se entregar novamente, você finge que não está nem aí. Você diz que aprendeu com relacionamentos anteriores e comete os mesmos erros.
Você finge não fingir e não sentir. Mas o pior de tudo, é que você ainda se ofende ao ser chamado de falso.
O sorriso vai de orelha à orelha, o estômago clama por uma pausa. As suas pernas procuram pelo chão e você passa a precisar de uma base. Você começa a dizer "não" querendo dizer "sim", você ostenta não querer para parecer mais forte. Você diz que não vai se entregar novamente, você finge que não está nem aí. Você diz que aprendeu com relacionamentos anteriores e comete os mesmos erros.
Você finge não fingir e não sentir. Mas o pior de tudo, é que você ainda se ofende ao ser chamado de falso.
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